O jornal quer saber se você estará de folga, trabalhará normalmente ou precisará ajustar o horário de trabalho
Vinicius Junior celebra gol sobre Haiti (Foto: Rafael Ribeiro/CBF).
A Seleção Brasileira entra em campo nesta segunda-feira (29) para disputar a primeira partida do mata-mata da Copa do Mundo de 2026. O adversário será o Japão, em confronto marcado para as 13h (horário de Mato Grosso do Sul), em Houston, nos Estados Unidos. Com a bola rolando em pleno horário comercial, volta também um velho dilema entre os brasileiros: trabalhar ou parar para assistir ao jogo?
Para saber como os leitores pretendem conciliar a rotina com o jogo da Seleção, o Campo Grande News quer saber se a partida vai mudar o dia a dia dos torcedores. As opções de resposta são: “Vou estar de folga”, “Vou trabalhar normalmente”, “Vou mudar meu horário de almoço” e “Não pretendo assistir”.
A partida abre a caminhada da Seleção na fase eliminatória da competição, chamada pela Fifa de Round of 32. A partir de agora, não há mais espaço para erro: quem perder está eliminado. Caso avance, o Brasil voltará a campo nas oitavas de final em data e horário ainda a serem definidos.
Para parte dos trabalhadores, a rotina já será diferente. Servidores públicos estaduais e municipais de Campo Grande terão expediente reduzido na segunda-feira e serão liberados às 11h30, conforme decretos publicados pelo Governo do Estado e pela Prefeitura de Campo Grande. A medida foi adotada em caráter excepcional por causa da partida entre Brasil e Japão.
Os decretos, no entanto, não se aplicam aos serviços considerados essenciais, que continuarão funcionando normalmente, conforme a organização de cada secretaria ou órgão responsável.
Já para os trabalhadores da iniciativa privada, a situação é diferente. A legislação trabalhista não prevê liberação automática em dias de jogos da Seleção Brasileira. Sem acordo entre empregado e empregador ou decisão da empresa, não há obrigação de reduzir a jornada, liberar funcionários ou abonar faltas.
Na prática, quem faltar ao trabalho sem autorização pode sofrer desconto no salário e até perder o direito ao descanso semanal remunerado, conforme prevê a legislação trabalhista.
Fonte:Campograndenews.com.br Autor:
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