Araras de Campo Grande viram símbolo do Brasil na China

Araras de Campo Grande viram símbolo do Brasil na China
Araras de Campo Grande viram símbolo do Brasil na China

Instituto Arara Azul distribui mascotes em Xangai para divulgar a biodiversidade brasileira

As araras que fazem parte do trabalho de conservação em Campo Grande chegaram à China como símbolo da biodiversidade brasileira. Pelúcias feitas pelo Instituto Arara Azul foram levadas pela Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo) para a ITB China 2026, feira de turismo realizada em Xangai na semana passada.

Pelúcias de araras-azuis produzidas pelo Instituto Arara Azul, de Campo Grande, foram levadas pela Embratur à feira de turismo ITB China 2026, em Xangai. Mais de 30 parceiros receberam o mascote com certificado de adoção simbólica, como parte de uma estratégia que une promoção turística e sustentabilidade. O Brasil recebeu 103 mil turistas chineses em 2025, alta de 50%, e projeta crescimento de 30% em 2026.

Essa ação integra a estratégia brasileira de promoção turística no mercado chinês, mas com um recado que vai além de praias, florestas e cartões-postais. A ideia é apresentar o Brasil também como destino ligado à sustentabilidade, à pesquisa e à educação ambiental.

No estande brasileiro, mais de 30 parceiros receberam o mascote de arara junto com um certificado de adoção simbólica de filhote da espécie. A iniciativa foi feita em parceria com o Instituto Arara Azul, organização sediada em Campo Grande e reconhecida pelo trabalho de proteção de ninhos, monitoramento de aves, pesquisa científica e ações de educação ambiental.

“Pela primeira vez a sustentabilidade invadiu uma campanha do Brasil na China. Aqui em Xangai, a gente está integrando para mais de 30 parceiros o nosso mascote da arara, junto de certificado de adoção simbólica de filhote da espécie, junto de uma parceria nossa com o Instituto Arara Azul”, afirmou Roberto Gevaerd, diretor de Gestão e Inovação da Embratur, em vídeo divulgado nas redes sociais.

A supervisora de Inovação da Embratur, Marina Arruda, explicou que o certificado também chama atenção para o acompanhamento das aves e para o trabalho desenvolvido no Brasil.

 “Esse certificado permite, além disso, o monitoramento dessas aves, como também chama atenção para esse projeto tão importante que trabalha na proteção dos ninhos, pesquisa científica e educação ambiental. Assim, o Brasil dá um recado importante sobre sustentabilidade na promoção turística aqui na China”, disse.

A participação brasileira na ITB China ocorre dentro de uma aproximação maior entre Brasil e China no turismo. Segundo a Embratur, o Brasil recebeu 103 mil visitantes chineses no ano passado, alta superior a 50% em relação ao antigo pico registrado em 2019. Para 2026, a agência projeta novo crescimento, de 30,84% no volume de chegadas.

O evento também se conecta ao Ano Cultural Brasil-China, no mesmo período em que os dois países celebram 52 anos de relações diplomáticas. A intenção do governo federal é ampliar a presença brasileira no mercado asiático, especialmente depois da isenção de vistos entre os dois países.

Fonte:Campograndenews.com.br Autor:

*Conteúdo produzido com suporte de IA