Novo conjunto terá 512 apartamentos no Los Angeles

Novo conjunto terá 512 apartamentos no Los Angeles
Projeto dos condomínios Bereshit, que devem ser construídos no Jardim Los Angeles (Foto: Reprodução)

Projeto dos condomínios Bereshit, que devem ser construídos no Jardim Los Angeles (Foto: Reprodução)

Um novo empreendimento de moradia popular está em análise para ser construído no Bairro Los Angeles, em Campo Grande. O projeto prevê 512 apartamentos distribuídos em 32 torres, em área com frente para a Rua Hugo Alvizuri Zapata, na região urbana do Anhanduizinho.

Um novo empreendimento de moradia popular, o Residencial Bereshit, está em análise para ser construído no Bairro Los Angeles, em Campo Grande. O projeto prevê 512 apartamentos em 32 torres, divididos em três condomínios. As unidades terão 42 metros quadrados e seguem os programas Habita+CG e Minha Casa, Minha Vida. A Prefeitura recebe contribuições da população sobre o Estudo de Impacto de Vizinhança até 17 de julho de 2026.

O residencial Bereshit será dividido em três condomínios. O Bereshit 1 terá 14 torres e 224 unidades habitacionais. O Bereshit 2 contará com 8 torres e 128 apartamentos. Já o Bereshit 3 terá 10 torres e 160 moradias. Todas as torres terão quatro pavimentos, sendo térreo mais três andares, com quatro apartamentos por andar.

Cada unidade terá cerca de 42 metros quadrados, com dois quartos, banheiro, sala, cozinha, área de serviço e varanda. O empreendimento é enquadrado no Habita+CG, programa habitacional criado para estimular moradias de interesse social na Capital, e também segue parâmetros do Minha Casa, Minha Vida Faixa 1, voltado a famílias de baixa renda.

Pelo estudo apresentado à Prefeitura, a ocupação completa do conjunto deve acrescentar cerca de 1.690 moradores ao bairro. Hoje, o Los Angeles tem população estimada em 8.404 pessoas, segundo os dados usados no próprio EIV (Estudo de Impacto de Vizinhança). Com o novo residencial, esse número passaria para pouco mais de 10 mil moradores.

Para viabilizar o conjunto, será necessário abrir novas ruas dentro do lote. O documento também informa que uma faixa prevista no projeto deverá ser alargada de 18 para 23 metros, para dar compatibilidade ao empreendimento. Os acessos devem ocorrer pelo prolongamento da Rua Hugo Alvizuri Zapata.

Impacto também deve bater na porta dos serviços públicos. O EIV calcula aumento médio de 20% na demanda sobre equipamentos comunitários, considerando a nova população prevista. Na área de influência direta, o estudo identificou uma unidade básica de saúde. Na área indireta, foram apontadas outras quatro unidades de saúde.

O documento cita ainda que o entorno já conta com coleta de lixo doméstico, telefonia, iluminação pública, energia elétrica, água e esgotamento sanitário. Por outro lado, não há coleta seletiva. Uma pequena parte do terreno fica em área de preservação, mas, segundo o estudo, essa porção não será usada pelo empreendimento e deverá permanecer preservada.

Áre onde as torres serão construídas (Foto: Reprodução)

A região de influência do residencial inclui equipamentos e referências como o Estádio Olho do Furacão, a Comunidade São Paulo Apóstolo, o Museu de Arte Pedra do Sol, o Residencial Rosa Morena e o Centro Espírita Fraternidade Anália.

A Prefeitura abriu prazo para receber contribuições da população sobre o EIV. As sugestões poderão ser apresentadas entre 29 de junho e 17 de julho de 2026 na Planurb (Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano), na Avenida Calógeras, 356, com entrada pela Rua Dr. Mário Corrêa, ou pelo e-mail sugestaoeiv@planurb.campogrande.ms.gov.br. Os documentos também estão disponíveis na biblioteca da agência e no site da Prefeitura.

Fonte:Campograndenews.com.br Autor:

*Conteúdo produzido com suporte de IA