Morre Celso Bejarano, ícone do jornalismo em MS, aos 63 anos

Morre Celso Bejarano, ícone do jornalismo em MS, aos 63 anos
Foto tirada enquanto Celso atuava em redação jornalística. (Foto: Redes sociais)

Profissional atuou nas principais redações de MS e estava internado após cirurgia cardíaca

Foto tirada enquanto Celso atuava em redação jornalística. (Foto: Redes sociais)

Considerado referência na imprensa sul-mato-grossense, o jornalista Celso Bejarano Junior morreu às 1h10 desta quarta-feira (4), aos 63 anos, em Campo Grande. Ele estava internado no Hospital da Cassems, onde passou por cirurgia cardíaca na segunda-feira (4). O quadro se agravou após o procedimento e ele foi levado para a UTI, mas não resistiu às complicações.

O jornalista Celso Bejarano Junior faleceu aos 63 anos em Campo Grande, após complicações de uma cirurgia cardíaca realizada no Hospital da Cassems. Profissional respeitado, ele estava internado há mais de uma semana para tratar uma insuficiência cardíaca recém-descoberta. Com destacada atuação no jornalismo investigativo, Bejarano construiu carreira sólida em Mato Grosso do Sul, trabalhando no Correio do Estado e como correspondente da Folha de São Paulo. Era membro da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas e deixa três filhos.

Celso estava hospitalizado há mais de uma semana. Recentemente, havia descoberto uma insuficiência cardíaca e seguia tratamento para estar preparado para a cirurgia realizada no começo da semana.

Com trajetória marcada pelo jornalismo investigativo, Celso construiu carreira sólida em Mato Grosso do Sul. Atuou por anos no jornal Correio do Estado, foi correspondente da Folha de São Paulo e atualmente era repórter de um site de notícias do Estado. Também integrou a Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de MS.

Celso enquanto fazia reportagens na rua. (Foto: Redes sociais)

Bejarano trabalhou nas principais redações de sites e jornais de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul. Ao longo da carreira, assinou reportagens na fronteira com o Paraguai e se tornou conhecido entre colegas de todo o Estado. Para muitos, era um dos maiores jornalistas sul-mato-grossenses.

“O Celso era um cara que amava o jornalismo. Era jornalista 24 horas, sensível, indignado e sonhador. Sempre atento aos fatos. Foi um grande jornalista”, afirmou o colega de profissão e amigo, Edivaldo Bitencourt.

Outra amiga, a jornalista Aline dos Santos completa: “O Celso foi um grande jornalista. Gostava de investigar e era destemido. Cobriu de perto temas relacionados à questão indígena, velha ferida em Mato Grosso do Sul, e se debruçou sobre os arquivos da Ditadura trazendo luz para um passado de tortura”.

Celso deixa três filhos. Até o momento, não há informações sobre horário e local de velório e sepultamento. Assim que confirmados, os detalhes devem ser divulgados.

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Fonte:Campograndenews.com.br Autor:

*Conteúdo produzido com suporte de IA